A dicção de Tatá Werneck, motivo de críticas do público nos primeiros capítulos de I Love Paraisópolis, voltou a ser assunto. "A Tatá é muito engraçada! Ela é um milagre da comunicação! Ninguém entende o que ela fala e mesmo assim acha graça! Não é verdade?!", brincou Lima Duarte, parceiro de Tatá na trama, durante um intervalo de gravação da novela, acompanhado pelo site Ego. "O que fica? A graça e o charme dela! Ninguém entende e, mesmo assim, ela é engraçada! Ela tem uma empatia milagrosa", elogia. Na trama, o ator interpreta o mafioso Dom Peppino.Para a própria Tatá, não existe problema de dicção. "Não tenho nenhum problema de dicção. Fiz fonoaudióloga por muitos anos, mas para coisas específicas, como tirar o sotaque carioca, que tenho muito forte, por exemplo", explicou ao Ego, em agosto, também durante uma gravação. "Essa prosódia foi uma escolha minha para falar as 'dandices' [referência à Danda, sua personagem], como 'personal stilyng'. Às vezes, coloco um 'Rolling Stone' no meio. Algumas coisas não são para ser inteligíveis mesmo, sabe? Essa é uma ferramenta de humor em alguns momentos. Optei por isso! Em várias personagens que já fiz não tinha essa questão da dicção. Agora foi apenas uma escolha minha", justificou.
BN