O ministro da Saúde, Marcelo Castro, anunciou que sua pasta vai dar apoio para que o Instituto Butantan desenvolva uma vacina contra a zika "em tempo recorde", após reunião na entidade, em São Paulo, que discutiu parcerias internacionais para a produção da vacina. O diretor do instituto, Jorge Kalil, disse que o instituto pode começar a realizar os primeiros testes em um ano e que ela pode ser registrada em 3 a 5 anos.
Teste rápido: O ministro também anunciou que o ministério distribuirá um teste de rápido diagnóstico que, a partir de uma coleta de sangue, poderá definir se uma pessoa está infectada com os vírus zika, dengue ou chikungunya. Segundo ele, provavelmente o teste começa a ser distribuído no meio de fevereiro. O ministro não deu números, e se limitou a dizer que serão distribuídos "quantos forem necessários". Um anúncio oficial desse novo método de diagnóstico deve acontecer neste sábado no Rio de Janeiro. Desde o início do monitoramento de casos de microcefalia no Brasil, foram registrados 3.530 casos suspeitos da malformação possivelmente ligados ao zika vírus em recém-nascidos. O dado foi divulgado pelo Ministério da Saúde em novo informe epidemiológico.

