O Brasil ganhou 545 mil desempregados entre os meses de novembro de 2015 e janeiro de 2016, atingiu a soma de 9,6 milhões de pessoas sem trabalho e bateu recorde de pessoas desocupadas.Os dados estão na Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quinta-feira (24).Trata-se do maior valor absoluto de desempregados desde 2012, quando a pesquisa passou a ser feita pelo instituto.Os 545 mil novos desocupados verificados nos três meses representam uma alta de 6% em relação a outubro de 2015, quando havia 9,1 milhões de desempregados no País.Na comparação anual, o número de desempregados aumentou 42,3%, o que significa 2,9 milhões de pessoas a mais sem trabalho formal de janeiro de 2015 a janeiro deste ano.O total de desempregados verificado no trimestre encerrado em janeiro corresponde a 9,5% dos trabalhadores — bem acima dos 9% constatados no trimestre compreendido entre agosto e outubro de 2015 (última pesquisa feita até então). Comparando os três meses encerrados em janeiro deste ano com o mesmo período de 2015, o resultado é pior: a desocupação era de 6,8% naquela época.A população ocupada perdeu 656 mil pessoas na comparação entre o trimestre terminado em janeiro deste ano com aquele encerrado em outubro de 2015. Agora, o Brasil conta com 91,7 milhões de pessoas com trabalho formal. Na comparação anual, considerando o período entre novembro e janeiro de 2015 e de 2016, 1 milhão de pessoas perdeu o emprego, segundo o IBGE.A diferença entre as pessoas que perderam empregos e aqueles que estão desempregados oficialmente existe porque nem todos os brasileiros demitidos continuam a procurar trabalho. Desemprego por área As principais retrações no nível de emprego, em janeiro de 2016 comparando com outubro de 2015, foram verificadas na indústria geral (queda de 4,1%) e em informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias profissionais e administrativas (queda de 4,9%). Por outro lado, aumentou o nível de emprego na construção — aumento de 3,3% em relação a outubro de 2015.Na comparação anual dos trimestres encerrados em janeiro de 2015 e de 2016, houve aumentos em serviços domésticos (5,2%), transporte, armazenagem e correio (4,3%), alojamento e alimentação (4,1%) e administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (2,1%).Na contramão, foram registraras quedas na indústria geral (-8,5%), informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (-7,7%) e agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (-2,4%). Seu bolso Para aqueles brasileiros que permanecem empregados, o rendimento médio real ficou em R$ 1.939 em janeiro de 2016 — estabilidade em relação a outubro de 2015, quando a renda média real era de R$ 1.948. Em janeiro de 2015, o salário médio real estava em R$ 1.988.Na comparação com o trimestre de agosto a outubro de 2015, apenas serviços domésticos teve aumento no rendimento médio (1,8%).Já em relação ao mesmo trimestre de 2015, os salários tiveram o maior recuo nos seguintes grupo: transporte, armazenagem e correio (diminuição de 7,2%) e de comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (queda de 5%).

A cantora Sandy passou por um momento de susto nesta quarta-feira (23). Ela ficou presa no carro junto com a mãe durante uma enchente em Campinas, interior de São Paulo. Em vídeo, ela contou sobre o momento delicado e revelou que foi resgatada por uma pessoa que estava em um restaurante próximo ao local. Sandy estava na lista de convidados do programa Encontro com Fátima Bernardes, mas por conta do incidente não conseguiu participar. "A situação ficou complicada. Levamos um susto daqueles. Foram momentos de tensão. Ficamos presas no carro, que é automático, blindado. Conseguimos abrir a janela pela metade e saímos pela enchente.

O carro ficou destruído. Foi um susto“, disse.Sandy dirigia seu carro em direção ao aeroporto, onde pegaria o voo para o Rio de Janeiro. “Tínhamos um pedaço pequeno para atravessar (até o aeroporto). Um minuto antes, passamos por uma árvore caída, passamos pela calçada para tentar chegar ao aeroporto. O carro era alto, subimos pela calçada, riscou um pouco, mas a água tomou de vez, foi muito rápido. O carro desligou sozinho, começou a acender umas luzes, ficamos assustadas“, contou. “As pessoas do restaurante próximo nos ajudaram a chegar lá. Um cara forte e alto me carregou no ombro e me tirou de lá. Fiquei pensando racionalmente na solução“, contou. (Correio)

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