Odebrecht e Rio-16 divergem sobre reparos no Maracanã

A construtora Odebrecht, líder do consórcio que administra o Maracanã, alega que o comitê organizador da Rio-2016, responsável pelo estádio durante os Jogos, não cumpriu o prometido na hora de devolver a arena, de acordo com informações da Folha. A construtora enviou, nesta segunda-feira (14), ofício ao governo do Rio e à Rio-2016, onde elenca ao menos sete pontos em que o contrato teria sido desrespeitado. Segundo a Odebrecht, a Rio-2016 não recolocou o mobiliário dos camarotes do estádio, assim como não teria realizado a retirada do cabeamento elétrico do estádio. Não teriam sido feitos também reparos na estrutura, danificada durante o uso na Olimpíada. A construtora alega ainda que não foi elaborada uma listagem de todas as intervenções, avarias e prejuízos no equipamento. A Rio-2016 afirma que falta fazer a pintura das paredes que foram danificadas, a fixação de papeleiras e saboneteiras de banheiro e a troca de luminárias de corredores que queimaram no período. Argumenta que nenhuma das intervenções compromete a operação do estádio. De acordo com a construtora, a Rio-2016 não pagou as despesas de utilização da área, como a conta de luz do período, por exemplo. O comitê afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que de fato ainda não quitou todos os débitos de luz, mas que já está negociando com a Light, que fornece o serviço no Rio. A Odebrecht alega que só poderia reassumir o estádio se todos os reparos fossem feitos e se houvesse um laudo técnico indicando que as condições de recebimento do equipamento são as mesmas da entrega.

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