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| Imagem forte da criança engessada, para ver, click AQUI! |
Isabela Silva de Souza, 24 anos, disse que o seu filho Alison Israel Souza Almeida, que nasceu com uma deficiência nos dois pés, foi levado bem de saúde ao Hospital Irmã Dulce em Salvador, onde a equipe do Ortopedista Dr Rafael Souza decidiu enfaixar os pés do menino, na sexta-feira, 31 de março de 2017. No encaminhamento médico constra que o mesmo apresentava ‘pé torto congênito’.
A família achou estranho, o fato de terem imobilizado a criança com gesso dos pés até a virilha. Os mesmos acreditam que o excesso de gesso impediu a circulação sanguínea do bebê, causando a sua morte. A avó Duvanete Pereira da Silva disse que na sexta-feira, após a colocação criança já começou a chorar e ficar roxo.
Neste domingo, 02 de abril de 2017, a criança nascida no dia 9 de fevereiro, foi socorrida por familiares para o Hospital Municipal de Jacobina. Durante atendimento, o médico confirmou a suspeita da família, de que a criança estava morta.
Dona Duvanete pediu então o laudo da morte, para providenciar a certidão de óbito e o sepultamento da criança. A mesma disse que o médico alegou que não teria como emitir um laudo da morte, pois a criança já havia chegado sem sinais vitais.
Dona Duvanete então seguiu com o corpo da criança para a delegacia para tentar uma perícia no IML, onde também não conseguiu o laudo. A mesma disse que pediram para que a mesma retornasse e que o hospital é que teria de emitir a certidão de óbito.
O pai criança Ailton Almeida Silva e familiares estão revoltados, pois não conseguiram a emissão do laudo para identificar a causa da morte do bebê e acreditam que houve erro médico no Hospital Irmã Dulce em Salvador.
Sepultamento da criança será às 8h desta segunda-feira, 3, no Cemitério Campo Santo, na Estrada do Pau Ferro.
Fonte: Augusto Urgente!
