Arthur do Val pede apoio da militância contra a cassação na Alesp

O deputado Arthur do Val (União Brasil-SP), conhecido como Mamãe Falei, convocou a militância a acompanhá-lo até a Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) na próxima terça-feira (12), quando o pedido de cassação de seu mandato será analisado. No vídeo, postado no YouTube, o parlamentar diz que a situação é "emergencial".

O que eu estou pedindo aqui é o seguinte: eu não quero que ninguém 'passe pano' para mim e para o meu erro. Se você também acha que isso claramente não é pelo mérito da questão, mas por quem eu sou, eu vou pedir para você: você pode me acompanhar à Assembleia terça-feira? Eu vou lá, eu quero estar lá, olhando nos olhos de todo mundo, e mostrando o que está acontecendo

O pedido de cassação do mandato do deputado foi defendido em relatório enviado ontem pelo deputado estadual Delegado Olim (PP-SP) ao Conselho de Ética da Alesp. Em seu parecer, Olim rebateu alegações da defesa de Arthur e ressaltou que ele é "reincidente em faltas disciplinares".

Arthur do Val voltou a se desculpar pelos áudios sexistas enviados por ele sobre mulheres ucranianas, e também pediu desculpas por estar "sumido" das redes. Segundo ele, isso aconteceu por estar passando por um período "muito turbulento".

"É realmente uma emergência. Terça-feira agora, dia 12, vai ser votada a minha cassação e a minha inelegibilidade. Isso significa que eu não vou mais poder disputar eleição pelo menos até 2032", disse.

O parlamentar criticou o fato de "nem a Dilma" ter passado por isso no Impeachment, e questionou se o seu "erro" seria o suficiente para impedi-lo de concorrer a cargos políticos. O deputado também comparou o seu caso com o do deputado Fernando Cury -que, em dezembro de 2020, foi filmado apalpando a deputada Isa Penna (PSOL) no plenário da Alesp. Para ele, os casos seriam diferentes dependendo do político envolvido em cada um.

"Faz mais de 20 anos que um deputado foi cassado na Assembleia. Esse deputado que foi cassado, ele foi pego também em uma gravação, onde ele negociou propina em uma obra ferroviária. Essa é a discrepância do que a gente está discutindo aqui", argumentou.

Fonte: UOL / Folhapress

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