PSOL repudia violência política sofrida por Kátia e Mariana em Jacobina

O Diretório Municipal do PSOL de Jacobina divulgou nota, nesta quarta-feira (1°), se solidarizando com a vice-prefeita Kátia da Saúde (PSB) e Mariana Oliveira, presidente do PT local, repudiando “ataques políticos” sofrido pelas duas líderes feministas, que se caracterizam como violência política de gênero (Lei nº 14.192/2021). 

“É inadmissível que, em pleno século XXI, as mulheres continuem sendo atacadas e deslegitimadas em suas pré-candidaturas políticas, com o intuito de invisibilizar seus trabalhos e suas vozes. Repudiamos especialmente tal postura por parte de pessoas que infelizmente compõe os quadros de partidos do campo progressista em Jacobina”, diz um trecho da nota do PSOL. 

A violência política de gênero é tipificada pela Lei nº 14.192/2021. O dispositivo legal prevê a criminalização de condutas, dentre outras, como a depreciação da condição de mulher candidata a cargo eletivo ou detentora de mandato eletivo, utilizando-se de menosprezo ou discriminação à condição de mulher ou à sua cor, raça ou etnia.

Veja abaixo a íntegra da nota:

"O Diretório do PSOL Jacobina repudia veementemente os ataques políticos sofridos pelas lideranças femininas Kátia da Saúde (PSB) e Mariana Matos (PT), que estão sendo alvo de violência política de gênero em nossa cidade.

É inadmissível que, em pleno século XXI, as mulheres continuem sendo atacadas e deslegitimadas em suas pré-candidaturas políticas, com o intuito de invisibilizar seus trabalhos e suas vozes. Repudiamos especialmente tal postura por parte de pessoas que infelizmente compõe os quadros de partidos do campo progressista em Jacobina.

Ressaltamos a importância de se reconhecer a gravidade da violência política de gênero e exigimos que as autoridades responsáveis atuem no sentido de garantir a segurança e a integridade física e psicológica dessas lideranças. Reforçamos ainda que compartilhar vídeos e imagens com o objetivo de prejudicar a imagem de mulheres pré-candidatas configura um crime e pode ser punido com prisão de três meses a três anos, conforme previsto na Lei Maria da Penha.

Nesse 8 de março, Dia Internacional da Mulher, reafirmamos nosso compromisso com a luta feminista e com a construção de uma sociedade justa e igualitária para todas as mulheres."

Fonte: Jacobina 24 Horas 

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