“Sintonia”: entenda função exercida por traficante do PCC que foi preso ao fugir da Bahia


A prisão de Cristiano Melo dos Santos, conhecido como "Camisa 11" ou "Tatai", trouxe à tona um termo recorrente nas investigações sobre o Primeiro Comando da Capital (PCC): a chamada “Sintonia”. Apontado como ocupante da função de “Sintonia dos Estados”, o suspeito exercia um dos papéis estratégicos dentro da organização criminosa.

Na estrutura do PCC, a “Sintonia” funciona como uma espécie de núcleo de coordenação. Integrantes que ocupam essa posição são responsáveis por organizar e alinhar as ações da facção, garantindo que as decisões sejam executadas de forma padronizada em diferentes regiões.

No caso da “Sintonia dos Estados”, a atribuição vai além da articulação local. Trata-se de um cargo que conecta operações entre unidades da federação, permitindo a expansão territorial do grupo criminoso. Entre as funções estão o gerenciamento do envio de drogas e armas, especialmente no eixo entre São Paulo e estados como a Bahia, além do controle da distribuição desses materiais.

Também cabe a esses integrantes atuar no fortalecimento da facção em novas áreas, o que inclui o recrutamento de novos membros e a integração deles à organização — processo conhecido internamente como “batismo”. Segundo investigações, era esse o papel desempenhado por Cristiano. Ele seria responsável por coordenar a atuação do PCC na Bahia, organizando a logística do tráfico e garantindo a manutenção da estrutura da facção no estado.

A existência dessas funções evidencia o nível de organização do grupo, que opera com hierarquia definida e divisão de tarefas semelhante à de uma estrutura empresarial, o que dificulta a atuação das forças de segurança. Cristiano foi preso após tentar fugir durante uma abordagem em rodovia no Mato Grosso do Sul.

Ele estava foragido e tinha mandados de prisão em aberto por crimes como tráfico de drogas, homicídio e porte ilegal de armas.

Correios

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