Quem eram as vítimas do desabamento de galpão em Luís Eduardo Magalhães


Os quatro trabalhadores que morreram após o desabamento de um galpão em construção, em Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia, tinham entre 25 e 33 anos e trabalhavam em diferentes funções na obra. Entre as vítimas estavam três carpinteiros e um encarregado.

José Carlos Marcelino da Silva, de 25 anos, e Ullisses Rodrigues Barbosa, de 26, atuavam como carpinteiros. Os dois haviam entrado para a equipe em julho de 2026.

Também carpinteiro, Jackson dos Santos Silva tinha 33 anos e fazia parte da equipe desde novembro de 2025. Natural de Barrocas, na região do sisal, ele havia deixado o município cerca de um ano antes para trabalhar.

Jackson não era casado, mas deixa a companheira e um filho de dois anos. Até a última atualização, a família ainda não havia definido o horário do velório e do sepultamento.

Já Sergio Silva dos Santos, de 30 anos, trabalhava como encarregado e estava na equipe desde agosto de 2020.

Trabalhadores de empresa terceirizada

Os quatro eram funcionários da AM Reformas, empresa terceirizada que prestava serviços para a Galvani, responsável pelo galpão onde ocorreu o acidente.

O desabamento aconteceu na manhã de quinta-feira, 10, durante as obras de construção da unidade. Três trabalhadores morreram ainda no local. Jackson, José Carlos, Ullisses e Sergio foram identificados posteriormente.

A Galvani lamentou a morte dos colaboradores e informou que tem prestado assistência às famílias e colaborado com as autoridades responsáveis pela investigação.

O Ministério Público do Trabalho (MPT) acompanha o caso e realiza uma análise preliminar para avaliar a necessidade de abertura de um inquérito sobre as circunstâncias do acidente.

A Tarde

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