Vândalos estão destruindo as carneiras no cemitério do distrito do Junco, Jucelia Moreira Oliveira, moradora da localidade teve uma informação que as abelhas estavam arranchadas, ou seja, construíram colmeias em varias carneiras do referido cemitério, incluindo a do seu pai ente querido.
No domingo, 20, Jucélia Moreira Oliveira, ao chegar no cemitério se deparou com a carneira do seu pai já falecido quebrada, cheia de fumaça, a informação que obteve de terceiros é que naquela parte da carneira existia um enxame de abelhas que se arrancharam da parte externa ao interior da carneira. Jucelia acredita que supostamente os meliantes para retirar os favos de mel quebram a carneira do cemitério do Junco.Durma com um barulho deste e diga que dormiu bem! Nem os entes queridos tem sossego no Junco, onde o cemitério está abandonado cheio de mato e “cabeça de touro,” espinho conhecido na localidade. Fonte: Diário da Chapada.
No domingo, 20, Jucélia Moreira Oliveira, ao chegar no cemitério se deparou com a carneira do seu pai já falecido quebrada, cheia de fumaça, a informação que obteve de terceiros é que naquela parte da carneira existia um enxame de abelhas que se arrancharam da parte externa ao interior da carneira. Jucelia acredita que supostamente os meliantes para retirar os favos de mel quebram a carneira do cemitério do Junco.Durma com um barulho deste e diga que dormiu bem! Nem os entes queridos tem sossego no Junco, onde o cemitério está abandonado cheio de mato e “cabeça de touro,” espinho conhecido na localidade. Fonte: Diário da Chapada.