O Axé comemora 30 anos em 2015 e 1º de janeiro a Bahia comemora o acontecimento. Porém, há um pouco mais de tempo, o público, crítica, imprensa e mercado musical reclamam de uma suposta crise que teria se instalado no gênero musical e no seu principal produto: o carnaval de Salvador.
Presente na festa de lançamento do Globo de Ouro – Palco Viva Axé, que marcou a estreia da série de programas que reuniu mais de 70 nomes do gênero artístico-musical, o Bahia Notícias quis saber de alguns dos maiores representantes da música baiana no Brasil e no mundo: O que o Axé precisa para ter mais 30 anos de sucesso?
Um dos símbolos da mistura de ritmos, Daniela Mercury acredita que o Axé já alcançou o mundo, e que não há o que possa modificar esse status. “O Axé influenciou a música do mundo já. Eu rodei a Europa toda há muitos anos e todo mundo canta todas as minhas músicas, que são Axé e samba reggae. Cantam Olodum como se fossem do Pelourinho. Argentinos, uruguaios, paraguaios, americanos. O mundo é globalizado... Outro dia tinha uma banda coreana tocando Swing da Cor”, contou ela.
A cantora também destacou que acredita na essência da cultura popular e na raiz de origem do Axé. “Nossos desejos de celebração, ritmo, força, africanidade são reiterados a cada canção. O Axé é o Brasil, é parte da música Brasileira. Começou tudo com os tambores africanos e enquanto houver verão, haverá Axé, enquanto houver Bahia, haverá Axé. Enquanto a gente chamar de Axé, será Axé. Porque podem até inventar outros nomes, mas vai ser sempre uma mistura de ritmos, misturando o que a gente tem de raiz fundamental rítmica brasileira. Com tudo que a gente quiser e aprender do mundo”, destacou a ‘Rainha’, dona de alguns dos maiores hits da história da Bahia, como ‘O Canto da Cidade’ e ‘Swing da Cor’.
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Um dos símbolos da mistura de ritmos, Daniela Mercury acredita que o Axé já alcançou o mundo, e que não há o que possa modificar esse status. “O Axé influenciou a música do mundo já. Eu rodei a Europa toda há muitos anos e todo mundo canta todas as minhas músicas, que são Axé e samba reggae. Cantam Olodum como se fossem do Pelourinho. Argentinos, uruguaios, paraguaios, americanos. O mundo é globalizado... Outro dia tinha uma banda coreana tocando Swing da Cor”, contou ela.
A cantora também destacou que acredita na essência da cultura popular e na raiz de origem do Axé. “Nossos desejos de celebração, ritmo, força, africanidade são reiterados a cada canção. O Axé é o Brasil, é parte da música Brasileira. Começou tudo com os tambores africanos e enquanto houver verão, haverá Axé, enquanto houver Bahia, haverá Axé. Enquanto a gente chamar de Axé, será Axé. Porque podem até inventar outros nomes, mas vai ser sempre uma mistura de ritmos, misturando o que a gente tem de raiz fundamental rítmica brasileira. Com tudo que a gente quiser e aprender do mundo”, destacou a ‘Rainha’, dona de alguns dos maiores hits da história da Bahia, como ‘O Canto da Cidade’ e ‘Swing da Cor’.
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