Bolsonaro diz que Guedes fica até o fim do seu mandato: "Vamos sair juntos"

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O presidente Jair Bolsonaro deu o voto definitivo de confiança ao ministro da Economia, Paulo Guedes, ao garantir neste domingo, 24, que ele não será demitido em seu governo.

“A gente vai sair junto, fica tranquilo. Bem lá na frente”, disse Bolsonaro, durante entrevista no Parque de Exposições da Granja do Torto, em Brasília, ao lado do ministro.

Mesmo com o aumento da fome no Brasil, que já coloca 19 milhões de pessoas em situação precária e 116 milhões que não conseguem se alimentar adequadamente, Bolsonaro disse que o país foi "um dos que menos caiu" durante a pandemia, e tudo graças à "competência" de Guedes.

“O Brasil foi um dos países que menos caiu. A gente deve ao Paulo Guedes, à sua competência e à sua liberdade para trabalhar”, assegurou.

Guedes, por sua vez, elogiou Bolsonaro e saiu em defesa do presidente ao tentar justificar o programa Auxílio-Brasil, ao dizer que ele é "popular" e não "populista", e que também promove as reformas necessárias.

“Eu acredito [na aprovação da reforma administrativa]. O presidente da Câmara, Arthur Lira, está comprometido com isso, aprovou o Imposto de Renda, que daria um reforço ao Bolsa Família. Ele está comprometido. O presidente da República também sempre apoiou as reformas. Ele é um político popular, mas ele também está deixando a economia ser reformista. Ele não é um populista. Ele fica num difícil equilíbrio", analisou.

O clima amistoso parece não ser o mesmo entre outros representantes do Planalto. Segundo a colunista Mônica Bérgamo, da Folha de S. Paulo, um ministro confidenciou que "ninguém aguenta mais o Paulo Guedes" e que a falta de confiança é generalizada.

Guedes, na visão desse colega, seria "muito complicado" e não conseguiria solucionar questões fundamentais para o governo, como a do financiamento do Auxílio Brasil, programa que pretende dar R$ 400 a famílias vulneráveis do país.

Além disso, a avaliação é de que Guedes não conseguiria ter clareza no diálogo com o mercado, falhando em dizer que a política de agora em diante será essa mesma, de maior gasto, uma exigência da conjuntura de crise social que o país atravessa.
Fonte: A Tarde

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