Bolsonaro nega ser racista e afirma: "Se eu fosse, deixava negão morrer afogado"


Vídeo: Reprodução / Youtube | Por Redação

O presidente Jair Bolsonaro (PL) rebateu as acusações de racismo contra ele, durante sua participação no Flow Podcast, na noite da última segunda-feira (8). Na ocasião, Bolsonaro fez um relato sobre um episódio que aconteceu com ele na década de 1970.

Bolsonaro disse que em 1978, quando ainda era um militar, salvou a vida de um soldado negro, conhecido como Celso Negão. Na época, ele disse ter recebido, por causa do 'ato heróico', uma honraria do Exército. Ao ser questionado pela forma que estava falando, Bolsonaro se defendeu afirmando que se fosse racista, teria deixado o colega de farda morrer afogado. Antes disso, o presidente da República pontuou que o seu sogro, pai de Michelle Bolsonaro, é negro e nordestino.

"Eu não sou racista. O meu sogro é o Paulo Negão, ele é cearense de Crateús", começou Bolsonaro, que completou com o relato.

"Racismo: em 1978, tinha uma lagoa que tinha mais ou menos 2 metros de profundidade e você fazia exercício ali. Estava lá fazendo minha bateria de exercício, e tinha uma 'falsa baiana', e tinha o sargento Rubão, o prazer dele era derrubar o soldado na lagoa. E aí entrou o Celso Negão na falsa baiana. O negão caiu dentro da água, eu tirei a roupa e pulei. A segunda vez que mergulhei, peguei o Celso Negão no fundo da lagoa e arrastei ele para fora da lagoa. Arrisquei minha vida pela vida de um soldado, e não era negro, ele era 'azul'. E o que aconteceu? O Exército reconheceu como um ato de bravura meu e me concedeu a Medalha do Pacificador. Então, eu tenho a medalha por ter tirado da lagoa o Celso Negão, arriscando minha vida. Se eu fosse racista, deixava o negão morrer afogado", disse o presidente.

Fonte: Varela Net

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