DJ suspeito de matar ex-companheira tocava em festas luxuosas de paraísos turísticos da Bahia

DJ Danka é suspeito de matar a ex-companheira Crédito: Reprodução


Daniel Carlos Sobreira de Sousa, o DJ Danka, suspeito de matar a ex-companheira por estrangulamento em Arraial d’Ajuda, no sul da Bahia, era conhecido por tocar em festas luxuosas em paraísos turísticos do estado. Danka foi encontrado morto na madrugada de domingo (12), poucas horas após virar alvo de um mandado de prisão da Justiça pela morte de Juliana Guaraldi, que era produtora de eventos.

Nas redes sociais, DJ Danka compartilhava sua rotina de trabalho, tocando em casamentos, aniversários e outros eventos de luxo em Trancoso, Arraial d’Ajuda e outros pontos turísticos do sul da Bahia. Em uma das suas redes, Danka acumulava mais de 10 mil seguidores. Tanto ele como Juliana eram conhecidos na região, o que causou comoção e choque com as circunstâncias da morte da produtora de eventos.

DJ Danka é suspeito de matar a ex-companheira por Reprodução

Na véspera de ser localizado morto, Daniel publicou vídeos nas redes sociais afirmando que estava em Goiânia e negou qualquer participação no crime. “Eu não estava presente no fato do assassinato, estou sabendo até pelos sites. Eu não estava em Arraial D'Ajuda, já estava aqui em Goiânia, tenho comprovações que estava falando com a Juliana. Nós já estávamos separados”, disse.

Juliana estava desaparecida desde o dia 7 de abril, quando fez o último contato com familiares. De acordo com
informações da polícia, o corpo dela foi encontrado na última sexta-feira (10) em estado avançado de decomposição e apenas de roupas íntimas. As investigações apontam que a morte da vítima ocorreu ainda no dia de seu desaparecimento.

Juliana Guaraldi era produtora de eventos na Bahia por Reprodução

Segundo a investigação, ele e Juliana mantinham um relacionamento marcado por conflitos. No fim de março, uma discussão entre os dois durante uma festa terminou em agressões envolvendo outras pessoas. Mesmo com a mulher já desaparecida, o suspeito procurou a polícia para registrar um boletim de ocorrência por roubo e agressão.

Paralelamente, os investigadores identificaram movimentações consideradas atípicas, como o uso contínuo de aplicativos de mensagens e possíveis alterações no IMEI do celular no período em que o corpo da vítima foi encontrado. Ainda no sábado (11), a Justiça determinou a prisão preventiva do suspeito. As circunstâncias da morte dele na madrugada seguinte à decisão não foram detalhadas oficialmente. A polícia trata o caso como feminicídio.



Juliana e DJ Danka tiveram relacionamento por Reprodução

Fonte: Correio 24 Horas

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