O território do sisal é composto por 20 municípios e juntos somam uma população superior a 600 mil pessoas e neste dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher o Calila Notícias fez uma breve pesquisa para mostrar a participação feminina nos poderes executivo e legislativo em cada um deles, tendo tomado posse em janeiro de 2017.
Araci – O município tem a vice-prefeita Maria Betivânia popularmente conhecida por Keinha que está no segundo mandato de vice ao lado do prefeito Silva Neto (PDT). Ela é o principal nome para concorrer a sucessão de Silva Neto e já se cogita inclusive uma chapa formada por Keinha e Gilmara (PSDB) que ficou em 2º lugar na disputa de 2016. Na Câmara Municipal tem duas vereadoras: Jamile (PSDB) irmã de Gilmara e Edneide (PT).

Barrocas – Apenas Cenir do Ouricuri (PP) ocupa uma cadeira no Legislativo barroquense.
Biritinga – Tem a vereadora Margarida (PDT) ela que é esposa do prefeito Celso da SUCAM do mesmo partido e Marivândia de Adilson (PMDB).
Candeal – Não tem nenhuma representação feminina em nenhum dos poderes políticos
Cansanção – Assim como Candeal também não tem mulher ocupando cargos na Prefeitura e nem na Câmara Municipal.

Conceição do Coité – O município conta com a vice-prefeita Genivalda Pinto da Silva (PSD) esposa do deputado estadual Alex da Piatã, ela que aparece com o nome forte para sucessão do prefeito Assis (PT). Val de Alex como se popularizou na política, está sendo a primeira a ocupar um cargo no Executivo nos quase 90 anos de história, ela que também ocupa a pasta de secretária de Assistência Social do Município. No Legislativo a mulher também tem voz, Elizane Cana Brasil (PSDB) e Juçara de Mário (PT).
Ichu – Município pequeno com pouco mais de cinco mil eleitores está bem representando na Câmara Municipal, um terço das vagas é ocupado por mulheres, ou seja, a casa legislativa formada por 9 vereadores, três são mulheres. Professora Lúcia (PSB); Geovana (PR) e Celidalva (PCdoB).
Itiúba – Apenas uma mulher, mas ocupa o cargo principal. A prefeita Cecília Petrina (PCdoB) está no terceiro mandato e deve ser candidata a reeleição.

Lamarão – Tem um eleitorado de pouco mais de 8 mil, porém nos 5.659 votos válidos em 2016 a aposta na mulherada prevaleceu. A primeira mais bem votada foi Joce pelo PMDB mas que migrou para o PSD com 421 votos, a mesma chegou ao sexto mandato e no último sábado foi anunciada como pré-candidata a vice na chapa da Professora Ninha (PT). A segunda mais votada também foi mulher. Mire (DEM) obteve 364 votos e entre as nove vagas teve a quarta melhor colocada Keu Nadalin (PSD). Situação idêntica a Ichu que tem um terço de mulheres.

Monte Santo – O município está entre os mais populosos do território com quase 50 mil habitantes e um eleitorado de pouco mais de 43 mil (2016), por lá são 15 vagas no Legislativo e três delas são ocupadas por mulheres. Rosilange (PDT); Paulina (PP) e Maria Salete (PTB). Mas a mulherada por lá busca pela primeira vez a cadeira do Executivo e para isto já foi anunciada a chapa Silvania (PSB) ela que foi a terceira colocada nas eleições de 2016 ao lado de Itácia Andrade (PSD) ex-secretária municipal e filha do ex-prefeito Jorge Andrade que ficou em segundo. Se depender da soma de votos que tiveram juntos na eleição passada poderão ter a eleição garantida em 2020.
Nordestina – A vice-prefeita Rosimeire Queiroz (PDT) é a unica voz feminina entre os dois poderes.
Queimadas – Tem representatividade nos dois poderes. No executivo tem a Bárbara de Maurinho (PSD) como vice de Andre Andrade (PT) e na Câmara Valda (PP) segunda mais votada em 2016, e Lúcia de Pininho.
Quijingue – Onde está a maior representação feminina entre todos os municípios do território. São quatro cadeiras das 11 existentes. A começar por Selia Alves (DEM) a primeira mais votada em 2016. Depois tem Célia de Antenor (PCdoB); Nanny do Tango (PT) e Ivani Costa (PSD). As quatro estão entre as cinco mais votadas.
Retirolândia – Elegeu duas vereadoras em 2016. Nayara de Dió (PP) que logo em seguida foi convidada pelo prefeito Vonte para assumir a secretaria de assistência social e Anaclecia (PR).

Santaluz – O município elegeu em 2016 pela primeira vez na história uma prefeita. Quitéria Carneiro (PSD) é esposa do ex-prefeito por dois mandatos Junior do Max. Ela deve ser candidata a reeleição em 2020. A gestora tem maioria na Câmara Municipal, mas não conta com nenhum voto feminino nem contra, nem a favor.
São Domingos – A unica voz feminina é da vereadora e presidente da Câmara Givalda (PP).

Serrinha – O maior colégio eleitoral do território do sisal também está bem representado pelas mulheres na Câmara, ou seja, das 15 cadeiras quatro são ocupadas por mulheres. Edylene Ferreira (PR) que é atual presidente da União dos Vereadores da Bahia (UVB), Deca da Bela Vista (PSD); Rose de João Grillo (PT) e Mariana Vilalva (PSDC).
Teofilândia – Não tem representantes femininas nem no Executivo e nem no Legislativo municipal
Tucano – O município tem duas representantes femininas na Câmara, Conceição do Arilton (PSL) e Branca (PSB).
Valente – Assim como em Tucano tem duas representantes no Legislativo. Mabel (DEM) e Leninha (PT).
Redação CN