Coiteense paga R$ 900 para realizar o sonho de saltar de paraquedas

Quanto você pagaria para realizar um sonho? O engenheiro coiteense Evandro Junior, 30 anos, desembolsou R$ 900, um valor relativamente alto, principalmente para aqueles que jamais topariam saltar de um avião a 3 mil metros do chão, os primeiros 45 segundos em queda livre, tempo suficiente para pensar se vai dar tudo certo nos próximos cinco minutos depois do paraqueda aberto até o solo.

 

Você leitor deve estar pensando, nem recebendo o valor que ele pagou dez vezes eu toparia tal aventura né mesmo?

O Júnior pagou com toda satisfação o valor de quase um salário minimo, fora despesas de viagem de Coité a Praia do Forte (240 km) no último sábado, 22, apenas para realização de um sonho. Primeiro curtiu o voo panorâmico vendo a beleza das praias da Linha Verde, em seguida viveu a adrenalina. Veja

Ao Calila Noticias ele disse que este tipo de aventura não é visto na região onde mora. salto de paraquedas não é visto na nossa região, conta que desde pequeno sempre que via na televisão e tempos depois na Internet teve a vontade de fazer, e só aumentou. “Por essa dificuldade em ver, é que só agora quando houve uma oportunidade, ao encontrar uma empresa que realiza saltos na região metropolitana de Salvador, é que foi possível a realização desse sonho. Ao encontrar essa oportunidade, não deixei escapar, e a experiência é a melhor possível sendo incapaz de descrever para quem ainda não saltou. Ao pensar que está saltando de um avião a 3000m do chão, caindo em queda livre por 45s a uma velocidade de 200km/h, vemos que é difícil tentar passar para outro a sensação”, afirmou Evandro.

“É claro que no início dá aquele medo, aquele frio na barriga, que logo se  transforma ao sentir seu corpo ser tomado pela adrenalina e ao ver o quão lindo é a vista por aquele ângulo. O salto ultrapassou as expectativas e mesmo depois de saltar e ao ver os vídeos achar que é loucura, e é, dá vontade de fazer outro salto, em breve.
Bom, aos que desejam ir, vá,  é uma sensação ímpar, duvido não ter vontade fazê-lo novamente”, finalizou.

 

 

 

 

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