Entenda a polêmica dos “ingressos enganosos” para a Copa do Mundo


A poucos meses da Copa do Mundo, os torcedores que já estão sonhando com a realidade de assistir aos jogos de perto estão recebendo um balde de água fria. Depois das críticas à dificuldade no sorteio e aos preços elevados, agora o foco recai sobre a localização real dos assentos, especialmente para quem comprou bilhetes mais caros.

Durante as primeiras fases de venda, os ingressos foram comercializados com base em mapas indicativos dos estádios, que dividiam os setores por categorias. Com isso, a interpretação natural de muitos torcedores era de que, ao comprar um ingresso de Categoria 1, por exemplo, estariam entre os melhores lugares, próximos ao campo.

Na prática, no entanto, quando os assentos começaram a ser definidos, muitos descobriram que ficaram em posições mais afastadas, inclusive atrás dos gols, com visibilidade comprometida.

Novas categorias

O cenário ficou ainda mais delicado quando a FIFA passou a vender novas categorias, chamadas "Frontal 1", lugares nas primeiras fileiras, mais próximos ao campo, e "Frontal 2", melhores posições dentro da Categoria 2.

Esses ingressos são ainda mais caros e, na prática, ocupam justamente os espaços que muitos torcedores acreditavam já estar incluídos nas categorias superiores tradicionais.

Na fase atual de vendas, a dinâmica é diferente, com o torcedor já escolhendo o assento exato no mapa interativo, tendo transparência total da localização antes da compra.

Por que isso aconteceu?

Segundo a FIFA, os mapas divulgados inicialmente eram apenas ilustrativos, não representando a posição exata dos assentos, e passaram por ajustes após o sorteio e a organização dos setores.

Isso aconteceu porque a organização precisou acomodar áreas específicas para torcedores de seleções (PMA) e pacotes de hospitalidade. Ou seja, o que antes parecia uma divisão fixa acabou sendo flexibilizado ao longo do processo, alterando a distribuição real dos lugares.

A Tarde

Atenção: os artigos deste portal não são de nossa autoria e responsabilidade.
Nós não produzimos e nem escrevemos esse artigo qual você esta lendo.

Entenda: nosso site utiliza uma tecnologia de indexação, assim como o 'Google News', incorporando de forma automática as notícias de Jacobina e Região.
Nossa proposta é preservar a história de Jacobina através da preservação dos artigos/relatos/histórias produzidas na internet. Também utilizamos a nossa plataforma para combater a desinformação nas redes (FakeNews).

Confira a postagem original deste artigo em: https://www.diariodachapada.com.br/

Em conformidade com às disposições da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Lei nº 13.709/2018) e às demais normas vigentes aplicáveis, respeitando os princípios legais, nosso site não armazena dados pessoais, somente utilizamos cookies para fornecer uma melhor experiência de navegação.