Criança desliga urna eletrônica durante votação e cria caos em seção eleitoral; veja o que aconteceu com os votos que tinham sido registrados


Uma criança protagonizou uma situação inusitada durante as Eleições 2026. Ela desligou uma urna eletrônica enquanto a votação estava em andamento em Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri, em Minas Gerais. O episódio aconteceu no domingo (4) e entrou no balanço de ocorrências registradas durante o primeiro turno das eleições no estado.

Apesar do susto provocado pelo desligamento do equipamento, os votos que já haviam sido registrados não foram perdidos. Segundo as informações divulgadas pelas autoridades, os dados permanecem armazenados na memória da urna.

A própria regulamentação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prevê procedimentos para situações em que uma urna apresenta falha durante a votação. A orientação inicial é desligar e religar o equipamento. Caso o problema persista, uma equipe técnica pode ser acionada e, se necessário, a urna pode ser substituída por outra de contingência. Tribunal Superior Eleitoral

O caso chama atenção também porque a Justiça Eleitoral estabelece regras para a presença de crianças durante a votação. Eleitores acompanhados de crianças de colo têm atendimento prioritário, mas a regra geral é que o eleitor entre sozinho na cabine para preservar o sigilo do voto. Crianças não devem digitar números ou confirmar escolhas na urna. UOL Notícias

No caso de Teófilo Otoni, não foram divulgados detalhes sobre a idade da criança, como ela conseguiu desligar o equipamento, quem ela acompanhava ou por quanto tempo a votação ficou interrompida.

A própria regulamentação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prevê procedimentos para situações em que uma urna apresenta falha durante a votação. A orientação inicial é desligar e religar o equipamento. Caso o problema persista, uma equipe técnica pode ser acionada e, se necessário, a urna pode ser substituída por outra de contingência. Tribunal Superior Eleitoral

O caso chama atenção também porque a Justiça Eleitoral estabelece regras para a presença de crianças durante a votação. Eleitores acompanhados de crianças de colo têm atendimento prioritário, mas a regra geral é que o eleitor entre sozinho na cabine para preservar o sigilo do voto. Crianças não devem digitar números ou confirmar escolhas na urna. UOL Notícias

No caso de Teófilo Otoni, não foram divulgados detalhes sobre a idade da criança, como ela conseguiu desligar o equipamento, quem ela acompanhava ou por quanto tempo a votação ficou interrompida.

Correio

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