O basquete brasileiro amanheceu de luto nesta sexta-feira (17) com a morte de Oscar Schmidt, aos 68 anos. Considerado um dos maiores atletas da história da modalidade, o ex-jogador não resistiu após sofrer um mal-estar e ser encaminhado a uma unidade de saúde em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo.
Conhecido mundialmente como “Mão Santa”, Oscar construiu uma trajetória marcada por feitos históricos e números impressionantes. Ao longo de mais de duas décadas nas quadras, tornou-se referência global pelo poder de pontuação e pela longevidade no esporte.
O ex-atleta enfrentava problemas de saúde nos últimos anos, consequência de um tumor cerebral diagnosticado em 2011, contra o qual travou uma longa batalha.
Com passagens por clubes no Brasil e na Europa, além de uma carreira sólida na seleção brasileira, Oscar disputou cinco edições dos Jogos Olímpicos e se consolidou como o maior cestinha da história da competição, com mais de mil pontos anotados.
Mesmo tendo sido escolhido no Draft da NBA em 1984, optou por seguir atuando fora da liga norte-americana para continuar defendendo a seleção brasileira — decisão que reforçou sua identificação com o país e ampliou seu legado no cenário internacional.
Oscar Schmidt encerrou a carreira em 2003, aos 45 anos, deixando marcas históricas e sendo posteriormente reconhecido com a entrada em importantes halls da fama do basquete mundial.
Sua morte provoca comoção entre fãs, atletas e entidades esportivas, que destacam não apenas o talento em quadra, mas também o exemplo de dedicação e paixão pelo esporte.
Informe Jacobina / Com informações de CNN