"Não estava aguentando ver ele sofrer", diz mãe que matou filho autista

A dona de casa Daniela Cristina dos Santos, de 30 anos, foi presa depois de ter confessado que matou o próprio filho, Isaque Gonçalves dos Santos, de seis anos, em Juatuba, na região central de Minas Gerais. “Matei porque não estava aguentando mais ver ele sofrendo”, contou a mãe do garoto, que era autista. O corpo da criança foi encontrado sem marcas de violência aparente. Na última quarta-feira, Daniela chamou familiares e disse que o filho tinha morrido, o que não foi comprovado pelos parentes. No mesmo dia, ela ligou para a Polícia Militar dando a mesma informação. Quando a corporação chegou ao local, o menino já estava sem vida. Na delegacia, Daniela estava o tempo todo com uma bíblia nas mãos. Ela disse ter se arrependido. “Chorei de arrependimento. Eu vim aqui mesmo e me entreguei”, disse Daniela. Segundo a polícia, a mulher contou que tampou a boca e o nariz da criança. O delegado Guilherme Saback, que cuida do caso, disse que laudos foram solicitados para determinar o que causou a morte da criança. O resultado deve sair em 30 dias. Depois de ouvir a confissão, o policial pediu a prisão preventiva da mulher e um laudo de sanidade mental. De acordo com a mãe, o filho vinha sofrendo abusos sexuais na escola, mas nada foi comprovado. “Em meados de agosto a criança foi encaminhada, no dia em que ela afirmou esse fato, ao IML. Os exames foram feitos, mas, em princípio, nenhuma materialidade do crime foi constatada”, afirmou o delegado à TV Record. Apesar de se mostrar arrependida, a mulher tem certeza que fez o melhor para o filho. “Essa tristeza que ele estava passando, eu não estava aguentando mais. Até que um dia eu reconheço que dei um basta nisso.”

Atenção: os artigos deste portal não são de nossa autoria e responsabilidade.
Nós não produzimos e nem escrevemos esse artigo qual você esta lendo.

Entenda: nosso site utiliza uma tecnologia de indexação, assim como o 'Google News', incorporando de forma automática as notícias de Jacobina e Região.
Nossa proposta é preservar a história de Jacobina através da preservação dos artigos/relatos/histórias produzidas na internet. Também utilizamos a nossa plataforma para combater a desinformação nas redes (FakeNews).

Confira a postagem original deste artigo em: http://www.jacobinanews.com/

Em conformidade com às disposições da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Lei nº 13.709/2018) e às demais normas vigentes aplicáveis, respeitando os princípios legais, nosso site não armazena dados pessoais, somente utilizamos cookies para fornecer uma melhor experiência de navegação.