"Afastar Dilma agora seria golpe", diz autor de ação contra Collor em 1992

Em entrevista à Folha de S. Paulo, Dalmo de Abreu Dallari, autor da ação que levou ao impeachment do presidente Fernando Collor, em 1992, acredita que, no caso atual, envolvendo Dilma Rousseff, a mesma tentativa não passa de um golpe. "É golpe porque é contrário à Constituição", afirma o decano jurista e professor emérito da Faculdade de Direito da USP. Para Dallari, de 83 anos, o pedido de impeachment que tramita na Câmara dos Deputados não tem fundamento jurídico. O professor também explicou, durante a entrevista, a decisão do Supremo Tribunal Federal de anular a votação secreta na Câmara e reiterar o poder do Senado no rito do impeachment e evoca a Constituição de 1988 a cada argumento que dá contrário ao pedido assinado por Hélio Bicudo e Miguel Reale Jr., dois colegas que rascunharam com ele o pedido de impedimento do ex-presidente Fernando Collor de Mello em 1992. "Eu não sou a favor de Dilma. Sou a favor da Constituição", disse o decano. (N. ao MInuto)

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