Globo é condenada em R$ 300 mil e perde os direitos de transmissão de clube da Série A; saiba qual


Após uma batalha judicial que se estendeu por quatro anos, a juíza de Direito Adriana Benini, da 15ª vara Cível de Curitiba/PR, julgou improcedentes os pedidos da TV Globo para impedir as transmissões próprias do Athletico Paranaense em suas partidas em casa via pay-per-view. Além da rejeição, a emissora foi condenada a desembolsar R$ 300 mil referentes às custas processuais e honorários advocatícios. A informação é do portal Metrópoles. 

Em 2020, o então presidente Jair Bolsonaro assinou a Medida Provisória (MP) 984/20 em junho daquele ano, modificando a lei Pelé e redefinindo os direitos de transmissão esportiva. Antes dessa medida, era necessário que uma emissora possuísse contratos com ambos os clubes envolvidos em uma partida para exibi-la. 



A MP concedeu exclusividade ao time mandante, permitindo ao Athletico Paranaense fechar contrato com a LiveMode e transmitir seus jogos em PPV no Furacão Play (Rede Furação). A Globo, inconformada, alegou que o clube violou contratos de exclusividade com outros 19 times do Brasileirão, válido entre as temporadas de 2019 e 2024. 


Ao analisar a ação, a juíza destacou inconsistências nos argumentos da Globo, apontando que a queixa de prejuízos na exploração de imagem não tinha fundamento, pois a emissora não avaliou adequadamente os riscos contratuais. 

A magistrada ressaltou que a suposta exclusividade da Globo nunca se aplicou aos jogos do Athletico Paranaense na TV fechada, e, portanto, a emissora não pode forçar o clube a integrar um contrato que nunca fez parte de seus direitos adquiridos

Atenção: os artigos deste portal não são de nossa autoria e responsabilidade.
Nós não produzimos e nem escrevemos esse artigo qual você esta lendo.

Entenda: nosso site utiliza uma tecnologia de indexação, assim como o 'Google News', incorporando de forma automática as notícias de Jacobina e Região.
Nossa proposta é preservar a história de Jacobina através da preservação dos artigos/relatos/histórias produzidas na internet. Também utilizamos a nossa plataforma para combater a desinformação nas redes (FakeNews).

Confira a postagem original deste artigo em: http://www.ottomorenonoticias.com/

Em conformidade com às disposições da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Lei nº 13.709/2018) e às demais normas vigentes aplicáveis, respeitando os princípios legais, nosso site não armazena dados pessoais, somente utilizamos cookies para fornecer uma melhor experiência de navegação.