Estudo revela rejeição de métodos anticoncepcionais

Um estudo feito com mães adolescentes e seus parceiros revela dados preocupantes sobre a vida sexual dos jovens no Brasil: a maioria rejeita métodos anticoncepcionais, o que abre espaço tanto para a gravidez não planejada como para doenças como a Aids. No Brasil, quase 415 mil meninas entre 15 e 17 anos tinham ao menos um filho em 2013. Por trás da estatística, um problema frequente: a falta do uso de métodos contraceptivos. Uma pesquisa feita em São Paulo é um exemplo do caso: de cada 10 jovens entrevistados, seis afirmaram que não usam nenhum tipo de anticoncepcional. Um dos que enfrentam mais rejeição é a camisinha. A análise também mostrou que os adolescentes têm começado a vida sexual cada vez mais cedo. Entre os jovens ouvidos, a média de idade é de 15 anos. Esse início, no entanto, acontece para a maioria deles sem nenhum tipo de orientação ou informação, o que propicia o aumento do número de gravidez indesejada e de doenças sexualmente transmissíveis.

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