Baiano de 22 anos é uma das boas revelações e pode subir ao pódio na canoagem de velocidade

Baiano Isaquias Queiroz, de 22 anos, é uma das grandes esperanças de medalha para o Brasil nos Jogos do Rio de Janeiro na disputa da canoagem de velocidade, esporte até então desconhecido da grande maioria da população. Isaquias nasceu em Ubaitaba, na Bahia, e tem uma história de vida de superação: ele já passou por um acidente aos 3 anos de idade, sofrendo queimaduras com água quente; foi vítima de um sequestro aos 5 anos e ainda perdeu um rim aos 10 anos, quando caiu de uma árvore. Tudo isso é encarado com “naturalidade” pelo atleta baiano, eleito o melhor esportista do Brasil em 2015. “Não vejo esses episódios como barreira. Acontecem com crianças que foram felizes”, afirmou o atleta em entrevista por e-mail ao Portal da Band. Em setembro do ano passado, o canoísta também passou por um grande susto quando capotou uma picape Ford Ranger na rodovia BR-101, entre Ilhéus e Ubaitaba, durante a madrugada. Por sorte, ele não sofreu nenhum ferimento grave. Isaquias disputará no Rio de Janeiro as categorias C1 200m, C1 1000m e C2 1000m da canoagem de velocidade. A expectativa do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) é que o baiano possa subir pelo menos duas vezes ao pódio. “Meu sonho é conquistar uma medalha olímpica e ajudar a fomentar a canoagem no Brasil”, explicou Isaquias, que nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, no ano passado, conquistou dois ouros (C1 1000m e C1 200m) e uma prata (C2 1000 m). A canoagem de velocidade será disputada na Lagoa Rodrigo de Freitas, com nove raias demarcadas nas distâncias respectivas: 200 metros, 500m e 1000m. No C1, a canoa é para uma pessoa e tem comprimento máximo de 5,20 metros e 16kgs. No C2, a canoa é para duas pessoas, com comprimento máximo de 6,50 metros e 20kg. O companheiro de Isaquias na C2 será Erlon Souza.

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