O que as paixões fazem com o nosso cérebro?

A sabedoria popular diz que o amor é capaz de deixar uma pessoa “cega”. A paixão arrebatadora faz com que algumas pessoas sejam incapazes de pensar racionalmente e de ver o que realmente está acontecendo à sua volta.E porque isso acontece? Porque o amor é capaz de interferir no nosso cérebro e, por consequência, na nossa capacidade de pensar e agir. Como explica o site Mind Body Green, quando uma pessoa está apaixonada, os níveis de testosterona mudam, no caso dos homens ficam mais baixos e no caso das mulheres mais alto, o que faz com que as diferenças de gênero sejam mínimas. Esta é uma as justificações para o fato de os homens e as mulheres agirem de forma semelhante quando estão apaixonados.Também os níveis de serotonina ficam alterados. Sim, este hormônio da felicidade cai quando uma pessoa está apaixonada. Parece estranho, mas a verdade é que o amor faz com que as pessoas fiquem obcecadas e não apaixonadas, e isto porque a intensidade cai ao nível de um transtorno obsessivo compulsivo. 

A forma intensa como muitas pessoas vivem a paixão e a forma impulsiva como agem perante a pessoa amada deve-se ainda à mudança dos níveis de cortisona, que aumentam consideravelmente quando alguém está ‘nas nuvens’. E como o amor é complexo, a ciência também já descobriu que, apesar do hormônio do estresse aumentar, a sensação de ansiedade diminui. Na prática, explica a publicação, a pessoa sente-se viva e enérgica com o novo amor (na carona do aumento de cortisona), mas mais calma, segura e relaxada (muito por causa da sensação de bem-estar e segurança que o amor traz).O amor é, de fato, cego e algumas pessoas acabam mesmo por perder a capacidade de serem racionais nos seus pensamentos, estando sempre com o coração na boca e com as emoções à flor da pele. E qual o resultado disto? As pessoas apaixonadas tendem a ser mais tolas, até porque a função cognitiva fica comprometida perante esta dança de hormônios.

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