Primeira agência de classificação de risco a tirar o selo de bom pagador do Brasil, em setembro de 2015, a Standard and Poor’s (S&P) informou que resolveu manter a nota de crédito soberano do Brasil em “BB” – dois degraus abaixo do grau de investimento. A S&P também reafirmou a perspectiva negativa para o rating do país. “Os consideráveis desafios fiscais e econômicos no Brasil implicam na necessidade de um comprometimento mais firme nas políticas. Apesar do progresso do ajuste fiscal no médio prazo sob o governo Temer, a continuidade de incertezas políticas, maiores pressões fiscais dos governos locais e a fraqueza da economia implicam em um ajuste mais lento e prolongado”, declarou a agência. A nota da Petrobras, por sua vez, foi elevada de “B+” para “BB-“, um nível abaixo da nota do Brasil, com perspectiva estável. G1.

