No Rio, Lula volta a atacar Lava Jato e ignora crimes de ex-aliados

Em seu último dia de caravana pelo Rio, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a fazer críticas à Operação Lava Jato e ao juiz federal Sérgio Moro. Condenado a 9 anos e 6 meses de prisão pelo juiz do Paraná, Lula fez de sua passagem pelo Estado um palanque para ataques contra as investigações de corrupção pelo País, chegando a colocar em xeque as acusações contra os ex-governadores fluminenses Sérgio Cabral, Anthony Garotinho e Rosinha Matheus. 
"O Rio não merece a crise que está passando. Não merece ter governadores presos porque roubaram. Eu nem sei se isso é verdade, porque não acredito em tudo o que a imprensa fala. É importante investigar, saber a verdade", disse Lula. 
Em visita ao câmpus da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, no município de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, Lula atacou o instrumento da delação premiada, um dos pilares da Lava Jato e fez críticas ao governo Michel Temer. "Vamos ver: onde está morando o Paulo Roberto (Costa, primeiro delator da Lava Jato)? Onde está morando o Sérgio Machado (ex-presidente da Transpetro que também fez acordo)? Onde estão morando as pessoas que prestaram delações? Estão fumando charuto cubano, tomando conhaque e rindo da nossa cara, quem está f… é o trabalhador", disse. "Estão jogando a culpa da miséria do País na Previdência Social", afirmou Lula, que ainda disse que o presidente Michel Temer "não é um presidente, é um instrumento do poder financeiro brasileiro". Durante sua passagem pelo Rio, Lula colocou em prática parte da narrativa que pretende adotar na campanha eleitoral. 
O ex-presidente dosou o tom contra a Lava Jato misturando elogios ao combate à corrupção e culpando a operação por parte da crise econômica do País. "A Lava Jato fez um trabalho extraordinário, ela está conseguindo recuperar R$ 1,4 bilhão, mas ela significou um prejuízo ao País de R$ 140 bilhões. 
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