Suspeito de peculato praticado no pátio do DPT morre em confronto com a polícia em Salvador

Quatro pessoas foram presas e uma morreu em confronto com a Polícia Civil durante o cumprimento de mandados de prisão e busca e apreensão nesta segunda-feira (19), em Salvador. Os alvos da ação são suspeito de peculato praticado no pátio do Departamento de Polícia Técnica (DPT).

O homem que morreu na troca de tiros foi identificado como Tássio Diorgens dos Santos. A polícia não especificou qual função ele exercia na organização criminosa.

Segundo o delegado e diretor do Departamento de Investigações Criminais (DEIC), Thomas Galdino, um dos presos era servidor do DPT e foi exonerado do cargo. A reportagem apurou que o suspeito se chama Leandro Lopes Santos.

Esse servidor tinha fácil acesso a guias periciais e chaves de veículos, então ele organizava a venda desses veículos. Os outros envolvidos faziam a comercialização desses veículos, contou.

ENTENDA: O peculato é um crime contra a administração pública, previsto no art. 312 do Código Penal, que ocorre quando um funcionário público se apropria ou desvia dinheiro, valores ou bens móveis que estão sob sua posse em razão do cargo, em benefício próprio ou de terceiros.

Ainda de acordo com o delegado, na primeira fase da operação foi apreendida uma grande quantidade de provas, que possibilitou o andamento das investigações e os pedidos de prisões temporárias. O grupo investigado se trata de uma associação criminosa que também é envolvida na venda ilegal de armas de fogo.

Eles não só vendiam veículos apreendidos, como também praticavam adulteração de sinal desses veículos e o crime de comércio ilegal de arma de fogo, contou.

Durante o cumprimento de um dos mandados de prisão, um dos suspeitos resistiu, trocou tiros com os agentes, foi baleado e morreu. Os outros quatro suspeitos foram presos e o sexto segue sendo procurado.

Eles vão responder por peculato, roubo de veículos, adulteração de sinais identificadores de automóveis e comércio ilegal de armas de fogo.

Em nota, o DPT informou que participou do desdobramento da operação, que não compactua com as condutas ilícitas e que adotou as medidas administrativas cabíveis.

Fonte: G1 / Foto: Reprodução


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