Beatriz Nascimento foi uma importante historiadora sergipana que impulsionou debates sobre movimento negro, além de contribuir de forma singular para a construção do pensamento social brasileiro.
Beatriz deixou um legado histórico, social, poético e artístico para as gerações vindouras. Suas obras serviram como um divisor de águas, pois elas são atemporais e nos levam a enxergar de uma outra forma a dinâmica do mundo, como está entoava: “entre continentes, acompanhando o vaivém das ondas, segura de si, mas não sem conflitos e jamais sem perder de vista o firmamento.”
A exposição em sua homenagem é um tributo as suas pesquisas das formações dos quilombos, que completaria 80 anos neste ano, ficará aberta ao público até fevereiro de 2023 no Itaú Cultural.
A exposição conta com atividades e apresentações sensoriais, onde todos os órgãos do sentido serão explorados, “Ouvir é ver e ver é interagir”, diz Tiganá.
A visita, que pode ser feita por um grupo de até 15 pessoas, dura o tempo da composição, que é de 20 minutos de música instrumental com a voz do autor e a participação especial da cantora e professora Juçara Marçal. Os instrumentistas são Lsdon Galter, Sebastian Notini, Juninho Costa e André Magalhães.
Fonte: TV sertão livre
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